5 de ago. de 2008

SERA QUE TEM VIDA EM MARTE MESMO?


Descoberta de perclorato reduz possibilidades de vida em Marte

Ter, 05 Ago,

Washington, 4 ago (EFE).- A sonda Phoenix da Nasa detectou em Marte rastros de perclorato, uma substância de alto conteúdo oxidante, o que reduz a possibilidade de que o planeta vermelho possa ser habitável.

No último mês, o laboratório a bordo da Phoenix analisou duas amostras retiradas do solo de Marte que indicam que um dos componentes da superfície poderia ser perclorato, explicou hoje a Nasa em comunicado, no qual anunciou que na terça-feira dará uma entrevista coletiva para divulgar as recentes descobertas.

A agência espacial ressaltou que os resultados de um teste experimental realizado no domingo, na qual foram analisadas mostras tomadas ligeiramente acima da camada de gelo, não encontraram "nenhuma evidência deste composto químico", assinalou a Nasa.

"Isto é, surpreendente dado que análises anteriores da superfície marciana foram consistentes mas não conclusivas sobre a presença de perclorato", afirmou Peter Smith, da Universidade do Arizona e principal pesquisador da missão Phoenix.

"Estamos comprometidos com um processo científico rigoroso. Não terminamos nosso processo com estas mostras de superfície, mas temos resultados imediatos muito interessantes", afirmou o cientista.

"A análise inicial sugere que o solo se parece com o da Terra, mas mais provas revelaram aspectos na química do solo que não se parecem com os da superfície terrestre", disse.

O anúncio da Nasa representa um verdadeiro balde de água fria para a agência espacial americana, depois que, na quinta-feira passada, foi confirmada a existência de água em Marte.

No entanto, os responsáveis da missão preferem manter a calma e esperar mais testes para determinar se o perclorato realmente é um componente do solo marciano ou não.

A Phoenix tem como objetivo estabelecer se existiram nessa região condições favoráveis ao desenvolvimento de algum tipo de vida microbiana. EFE

31 de jul. de 2008

ESQUARTEJAMENTO- ONDE VAMOS PARAR ??

GOIÂNIA – “Não tem nem descrição para uma pessoa dessas. Ele é totalmente desprovido de Deus e de qualquer semelhança com o ser humano.” Foi assim que o major Cláudio de Oliveira, comandante do Batalhão de Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam), definiu Mohammad Ali Carvalho dos Santos, de 20 anos, suspeito de esfaquear, matar, esquartejar e jogar os pedaços do corpo da estudante inglesa Cara Marie Burg, de 17 anos, dentro de dois rios em Goiânia. Ele foi preso nesta quinta-feira no setor universitário da cidade.

Futura Press
De acordo com o major, o suspeito confessou o crime e disse que resolveu matá-la, pois ela iria contar para seus pais e à polícia que ele era viciado em cocaína. Mohammad não ofereceu resistência à prisão e foi classificado como uma pessoa “extremamente fria”. Ele informou não ter cometido o crime sob o efeito do entorpecente e diz que costuma usar cocaína com freqüência.

“Ele descreveu o ato e desde o primeiro momento não escondeu uma vírgula. Tudo o que ele falou bateu, só não encontramos ainda os restos da moça”, disse o major. Segundo ele, o crime foi cometido por volta das 17h do último sábado, na casa do suspeito, que morava sozinho.

Depois de tê-la esfaqueado e matado, segundo a polícia, o rapaz guardou o corpo de Cara no box do banheiro e foi a uma festa. No domingo, resolveu esquartejá-la para facilitar a retirada do corpo do imóvel. O ato foi feito com uma faca grande com cabo branco, como as de açougueiro, contou Oliveira. Em seguida, colocou o tórax da adolescente em uma mala e jogou dentro do Rio Meia Ponte, na Região Leste de Goiânia.

Não satisfeito, ainda segundo a polícia, dirigiu 60 quilômetros com as outras partes do corpo – membros e cabeça - da vítima no carro e jogou-as em outro rio. Elas ainda não foram encontradas pela PM, que atua com duas equipes e com mergulhadores para tentar localizá-las. O rio, segundo o major, é bastante raso, o que deve facilitar o trabalho da polícia. Os bombeiros auxiliam nas buscas e a polícia científica está no apartamento onde ocorreu o crime.

A faca utilizada no ato foi encontrada dentro de um bueiro na rua da casa do suspeito. Segundo o major, o rapaz conheceu a menina em Londres, em um intercâmbio e não era namorado da garota. “Em depoimento, ele disse que ela estava no Brasil há três meses e vivia com um namorado em uma região próxima à casa dele”, relatou.

Mohammad é goiano e ganhou o nome, pois, segundo o major, seu pai gostava das lutas de boxe do campeão Mohammad Ali. Sua mãe e irmão moram em Londres, de acordo com Oliveira. A jovem foi identificada pela família através de duas tatuagens, exibidas em um canal internacional de notícias.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Goiânia. A embaixada britânica em Brasília informou que tomou ciência do caso e está acompanhando o trabalho da polícia de Goiás.


Suspeito de matar britânica presta novo depoimento em Goiânia (GO)

O suspeito de matar e esquartejar a adolescente britânica Cara Marie Burke, 17, em Goiânia (GO) prestará depoimento à Polícia Civil nesta sexta-feira (1º). Mohamed Ali Carvalho dos Santos, 20, também será levado ao córrego onde supostamente jogou os membros da vítima onde o Corpo de Bombeiros realiza buscas das demais partes do corpo --somente o tórax foi achado. Ela foi morta no último sábado (26).

Santos foi preso na madrugada desta quinta-feira por suspeita da morte da garota. À Polícia Civil ele confessou o crime. De acordo com o delegado José Moreira, titular da Delegacia de Homicídios de Goiânia, o suspeito demonstrou frieza durante o depoimento e disse que matou Cara porque não queria que ela retornasse para o Reino Unido. No entanto, Santos desmentiu a informação de que eles seriam namorados.

Em seu apartamento, Santos teria ligado o aparelho de som em volume alto e matado a jovem a facadas. Depois, teria deixado o corpo no box do banheiro e saído para uma festa. No dia seguinte ele esquartejou o corpo e fotografou com a câmera de seu telefone celular.

De acordo com Moreira, Santos confessou ser usuário de drogas e disse que Cara freqüentava sua casa também para usar drogas, pois seria dependente, segundo o depoimento. O suspeito tem antecedentes criminais, segundo o delegado, com vários atos infracionais cometidos antes de completar 18 anos.

"Ele usa todo o tipo de droga e pode ser traficante também, pois não trabalha e sua casa era freqüentada por pessoas que estão nesse "meio das drogas'. Ele falou sobre o crime com frieza", afirmou o delegado.

Cara estava no Brasil desde abril, segundo a assessoria de comunicação do governo de Goiás. Ela desembarcou no aeroporto de Guarulhos, (Grande São Paulo), no dia 9 de abril deste ano. A informação foi passada pela Polícia Federal ao chefe da assessoria para Assuntos Internacionais de Goiás, Elie Chidiac. Segundo a PF, a adolescente ficou no Brasil até 1º de maio, quando voltou para o Reino Unido. No dia 22 do mesmo mês, Cara retornou ao Brasil e veio para Goiás.

Em depoimento, uma amiga de Cara disse que ela teria morado em um apartamento com Santos durante um mês e teria deixado o lugar devido às agressões do suspeito contra ela.

No entanto, segundo o depoimento de Santos à polícia, Cara continuava freqüentando o apartamento do suspeito e provavelmente mantinham um relacionamento afetivo.

"Não tem sentido dizer que eles não tinham envolvimento. A mala onde ela [parte do corpo] foi encontrada estava na casa dele. A família reconheceu, por uma imagem de televisão, que a mala era dela", afirmou o delegado.

De acordo com o delegado, Santos já morou no Reino Unido, por cerca de dois anos, onde mora sua mãe, de acordo com seu depoimento.

Tatuagem

O tórax da adolescente foi encontrado em uma mala, às margens do rio Meia Ponte, na noite de segunda-feira (28).

A família de Cara reconheceu que o corpo era da adolescente devido a uma imagem vinculada no Reino Unido, pela Rede Record Internacional, onde aparecia uma tatuagem da garota, reconhecida pela mãe.

O Corpo de Bombeiros fará buscas nesta sexta-feira para tentar localizar a cabeça, as pernas e os braços de Cara.

Segundo o delegado, Santos estava confuso na hora em que apontou o local onde jogou as partes do corpo. Ele estaria sob o efeito de drogas e pode ter confundido o rio com outro córrego, de acordo com Moreira.

A mãe da adolescente, Ana Marie, disse à assessoria de Assuntos Internacionais de Goiás que a família não tem condições financeiras de vir ao Brasil. Ela foi informada sobre da prisão do suspeito. Segundo o governo, a mãe da jovem vai agora pedir às autoridades britânicas ajuda para trasladar o corpo da filha para o Reino Unido.


21 de jun. de 2008

CAÇA AOS ALBINOS? QUE MUNDO É ESSE GENTE?



Caça aos Albinos




Símbolo de boa sorte, na Tanzânia eles são mortos para entrar no preparo de poções mágicas ALVOS Tanzanianos portadores de albinismo se reúnem na cidade de Dar es Salaam O maior vilão para as pessoas albinas que vivem na Tanzânia, na costa leste da África, deixou de ser o sol que castiga sua pele e olhos despigmentados. O terror dos albinos agora é a bruxaria. Por causa da crença local de que possuem poderes mágicos, pelo menos 19 portadores da anomalia congênita foram mortos e mutilados no decorrer do último ano. Esse número pode chegar a 50, segundo a organização Tanzania Albino Society (TAS), que atua na defesa daqueles que, no passado, se preocupavam apenas em proteger-se do escaldante sol africano. Estima-se que eles sejam 270 mil pessoas, numa população de 39 milhões de habitantes. Feiticeiros interessados em usar partes do corpo dessas pessoas - pele, ossos e cabelos - na produção de poções mágicas acabaram desencadeando uma sucessão de mortes e criando um macabro mercado negro. “O governo da Tanzânia está tomando uma posição agressiva em relação a esses assassinatos sem sentido”, disse à ISTOÉ o americano Rick Guidotti, diretor da ONG Positive Exposure, que, juntamente com a Albinism World Alliance (AWA), tem acompanhado o problema de perto. Atualmente, 172 pessoas estão presas no país, acusadas de participar da mutilação e morte de albinos. A maior parte delas foi presa depois do encontro de corpos mutilados na região do lago Vitória, na divisa com Uganda. Além do combate direto ao crime, o governo do presidente Jakaya Kikweteda está apostando em outras medidas para combater a prática do crime. Uma delas foi a nomeação de uma albina - Al-Saymaa J. Kwegyir - para atuar no Parlamento na articulação de campanhas de combate ao preconceito e à estigmatização dos portadores do problema. “Vou trabalhar junto com o governo para ter a certeza de que as atrocidades contra albinos parem”, disse Al- Saymaa durante seu discurso de posse, na capital, Dodoma. Outra ação do governo para reverter a situação foi promover e divulgar, no mês passado, um seminário sobre o albinismo. “Trata-se do primeiro evento do gênero”, lembrou Guidotti. “Nele, foram discutidos os temas preconceito, discriminação, educação pública e conscientização.” Resta saber se essas iniciativas serão suficientes para convencer a população de que as poções feitas a partir do sacrifício humano não levam ao sucesso nem à riqueza. São apenas produtos de crime.




18 de mai. de 2008


Austríaco que matou família com machado planejou o crime semanas antes

15/05 Viena, 15 mai - Reinhard Steinbauer, o austríaco de 39 anos que matou cinco membros de sua família com um machado, disse que o crime foi planejado há semanas, informou hoje a Polícia em Viena. Em entrevista coletiva, o inspetor policial Thomas Stecher disse que, segundo o depoimento de Steinbauer, foi no final de abril que ele decidiu matar a mulher, a filha, de sete anos, seus pais e o sogro. No entanto, o homem teria esperado o momento propício até o dia 9, quando foi a uma loja de ferramentas em Viena para escolher a arma com a qual cometeria o crime. Steinbauer escolheu um machado, que comprou no sábado por nove euros, e depois passou o resto do fim de semana com a família. Na madrugada de terça-feira, o agressor pegou o machado e matou primeiro a mulher, enquanto ela entrava no banheiro, e logo depois a filha. Em seguida, telefonou para o trabalho da esposa para dizer que ela tinha morrido por doença. Após matar as duas primeiras vítimas, Steinbauer alugou um carro para viajar até a cidade de Ansfelden (a 170 quilômetros de Viena), onde matou os próprios pais. Depois, escreveu três cartas, uma a seus irmãos, uma às vítimas e outra às autoridades, explicando por que tinha decidido cometer os crimes, antes de se deslocar a Linz, a 17 quilômetros de Ansfelden, onde seu sogro, de 80 anos, morava. Em seu depoimento, Steinbauer contou que seu sogro não estava em casa, e que quando finalmente chegou, conversou com a quinta vítima na cozinha para pouco depois arremeter o machado contra ele e matá-lo. O agressor ainda escreveu uma quarta carta, dirigida ao filho de seu sogro, e voltou a Viena, onde andou um pouco mais antes de se entregar à Polícia, às 3h20 hora local. Steinbauer disse ter coberto suas vítimas com lençóis e toalhas "por piedade". Quando perguntado pelos policiais o porquê de ter cometido os crimes, Steinbauer reiterou sua idéia de que queria poupar os parentes da desonra que seu prejuízo de 300 mil euros em negócios especulativos na bolsa teria causado. Steinbauer também disse que não matou os irmãos porque não os considerava familiares diretos, e por eles terem suas próprias famílias. Nos interrogatórios, o detido se mostrou convencido de "ter feito o que era certo", e destacou que depois dos ataques, se sentiu "cansado, mas aliviado", mas não conseguiu se matar, como tinha previsto.

NOVO CRIME AUSTRIACO

Austríaco que matou família com machado planejou o crime semanas antes

15/05


Viena, 15 mai - Reinhard Steinbauer, o austríaco de 39 anos que matou cinco membros de sua família com um machado, disse que o crime foi planejado há semanas, informou hoje a Polícia em Viena.
Em entrevista coletiva, o inspetor policial Thomas Stecher disse que, segundo o depoimento de Steinbauer, foi no final de abril que ele decidiu matar a mulher, a filha, de sete anos, seus pais e o sogro.

No entanto, o homem teria esperado o momento propício até o dia 9, quando foi a uma loja de ferramentas em Viena para escolher a arma com a qual cometeria o crime.

Steinbauer escolheu um machado, que comprou no sábado por nove euros, e depois passou o resto do fim de semana com a família.

Na madrugada de terça-feira, o agressor pegou o machado e matou primeiro a mulher, enquanto ela entrava no banheiro, e logo depois a filha.

Em seguida, telefonou para o trabalho da esposa para dizer que ela tinha morrido por doença.

Após matar as duas primeiras vítimas, Steinbauer alugou um carro para viajar até a cidade de Ansfelden (a 170 quilômetros de Viena), onde matou os próprios pais.

Depois, escreveu três cartas, uma a seus irmãos, uma às vítimas e outra às autoridades, explicando por que tinha decidido cometer os crimes, antes de se deslocar a Linz, a 17 quilômetros de Ansfelden, onde seu sogro, de 80 anos, morava.

Em seu depoimento, Steinbauer contou que seu sogro não estava em casa, e que quando finalmente chegou, conversou com a quinta vítima na cozinha para pouco depois arremeter o machado contra ele e matá-lo.

O agressor ainda escreveu uma quarta carta, dirigida ao filho de seu sogro, e voltou a Viena, onde andou um pouco mais antes de se entregar à Polícia, às 3h20 hora local.

Steinbauer disse ter coberto suas vítimas com lençóis e toalhas "por piedade".

Quando perguntado pelos policiais o porquê de ter cometido os crimes, Steinbauer reiterou sua idéia de que queria poupar os parentes da desonra que seu prejuízo de 300 mil euros em negócios especulativos na bolsa teria causado.

Steinbauer também disse que não matou os irmãos porque não os considerava familiares diretos, e por eles terem suas próprias famílias.

Nos interrogatórios, o detido se mostrou convencido de "ter feito o que era certo", e destacou que depois dos ataques, se sentiu "cansado, mas aliviado", mas não conseguiu se matar, como tinha previsto.