21 de jun. de 2008

CAÇA AOS ALBINOS? QUE MUNDO É ESSE GENTE?



Caça aos Albinos




Símbolo de boa sorte, na Tanzânia eles são mortos para entrar no preparo de poções mágicas ALVOS Tanzanianos portadores de albinismo se reúnem na cidade de Dar es Salaam O maior vilão para as pessoas albinas que vivem na Tanzânia, na costa leste da África, deixou de ser o sol que castiga sua pele e olhos despigmentados. O terror dos albinos agora é a bruxaria. Por causa da crença local de que possuem poderes mágicos, pelo menos 19 portadores da anomalia congênita foram mortos e mutilados no decorrer do último ano. Esse número pode chegar a 50, segundo a organização Tanzania Albino Society (TAS), que atua na defesa daqueles que, no passado, se preocupavam apenas em proteger-se do escaldante sol africano. Estima-se que eles sejam 270 mil pessoas, numa população de 39 milhões de habitantes. Feiticeiros interessados em usar partes do corpo dessas pessoas - pele, ossos e cabelos - na produção de poções mágicas acabaram desencadeando uma sucessão de mortes e criando um macabro mercado negro. “O governo da Tanzânia está tomando uma posição agressiva em relação a esses assassinatos sem sentido”, disse à ISTOÉ o americano Rick Guidotti, diretor da ONG Positive Exposure, que, juntamente com a Albinism World Alliance (AWA), tem acompanhado o problema de perto. Atualmente, 172 pessoas estão presas no país, acusadas de participar da mutilação e morte de albinos. A maior parte delas foi presa depois do encontro de corpos mutilados na região do lago Vitória, na divisa com Uganda. Além do combate direto ao crime, o governo do presidente Jakaya Kikweteda está apostando em outras medidas para combater a prática do crime. Uma delas foi a nomeação de uma albina - Al-Saymaa J. Kwegyir - para atuar no Parlamento na articulação de campanhas de combate ao preconceito e à estigmatização dos portadores do problema. “Vou trabalhar junto com o governo para ter a certeza de que as atrocidades contra albinos parem”, disse Al- Saymaa durante seu discurso de posse, na capital, Dodoma. Outra ação do governo para reverter a situação foi promover e divulgar, no mês passado, um seminário sobre o albinismo. “Trata-se do primeiro evento do gênero”, lembrou Guidotti. “Nele, foram discutidos os temas preconceito, discriminação, educação pública e conscientização.” Resta saber se essas iniciativas serão suficientes para convencer a população de que as poções feitas a partir do sacrifício humano não levam ao sucesso nem à riqueza. São apenas produtos de crime.




18 de mai. de 2008


Austríaco que matou família com machado planejou o crime semanas antes

15/05 Viena, 15 mai - Reinhard Steinbauer, o austríaco de 39 anos que matou cinco membros de sua família com um machado, disse que o crime foi planejado há semanas, informou hoje a Polícia em Viena. Em entrevista coletiva, o inspetor policial Thomas Stecher disse que, segundo o depoimento de Steinbauer, foi no final de abril que ele decidiu matar a mulher, a filha, de sete anos, seus pais e o sogro. No entanto, o homem teria esperado o momento propício até o dia 9, quando foi a uma loja de ferramentas em Viena para escolher a arma com a qual cometeria o crime. Steinbauer escolheu um machado, que comprou no sábado por nove euros, e depois passou o resto do fim de semana com a família. Na madrugada de terça-feira, o agressor pegou o machado e matou primeiro a mulher, enquanto ela entrava no banheiro, e logo depois a filha. Em seguida, telefonou para o trabalho da esposa para dizer que ela tinha morrido por doença. Após matar as duas primeiras vítimas, Steinbauer alugou um carro para viajar até a cidade de Ansfelden (a 170 quilômetros de Viena), onde matou os próprios pais. Depois, escreveu três cartas, uma a seus irmãos, uma às vítimas e outra às autoridades, explicando por que tinha decidido cometer os crimes, antes de se deslocar a Linz, a 17 quilômetros de Ansfelden, onde seu sogro, de 80 anos, morava. Em seu depoimento, Steinbauer contou que seu sogro não estava em casa, e que quando finalmente chegou, conversou com a quinta vítima na cozinha para pouco depois arremeter o machado contra ele e matá-lo. O agressor ainda escreveu uma quarta carta, dirigida ao filho de seu sogro, e voltou a Viena, onde andou um pouco mais antes de se entregar à Polícia, às 3h20 hora local. Steinbauer disse ter coberto suas vítimas com lençóis e toalhas "por piedade". Quando perguntado pelos policiais o porquê de ter cometido os crimes, Steinbauer reiterou sua idéia de que queria poupar os parentes da desonra que seu prejuízo de 300 mil euros em negócios especulativos na bolsa teria causado. Steinbauer também disse que não matou os irmãos porque não os considerava familiares diretos, e por eles terem suas próprias famílias. Nos interrogatórios, o detido se mostrou convencido de "ter feito o que era certo", e destacou que depois dos ataques, se sentiu "cansado, mas aliviado", mas não conseguiu se matar, como tinha previsto.

NOVO CRIME AUSTRIACO

Austríaco que matou família com machado planejou o crime semanas antes

15/05


Viena, 15 mai - Reinhard Steinbauer, o austríaco de 39 anos que matou cinco membros de sua família com um machado, disse que o crime foi planejado há semanas, informou hoje a Polícia em Viena.
Em entrevista coletiva, o inspetor policial Thomas Stecher disse que, segundo o depoimento de Steinbauer, foi no final de abril que ele decidiu matar a mulher, a filha, de sete anos, seus pais e o sogro.

No entanto, o homem teria esperado o momento propício até o dia 9, quando foi a uma loja de ferramentas em Viena para escolher a arma com a qual cometeria o crime.

Steinbauer escolheu um machado, que comprou no sábado por nove euros, e depois passou o resto do fim de semana com a família.

Na madrugada de terça-feira, o agressor pegou o machado e matou primeiro a mulher, enquanto ela entrava no banheiro, e logo depois a filha.

Em seguida, telefonou para o trabalho da esposa para dizer que ela tinha morrido por doença.

Após matar as duas primeiras vítimas, Steinbauer alugou um carro para viajar até a cidade de Ansfelden (a 170 quilômetros de Viena), onde matou os próprios pais.

Depois, escreveu três cartas, uma a seus irmãos, uma às vítimas e outra às autoridades, explicando por que tinha decidido cometer os crimes, antes de se deslocar a Linz, a 17 quilômetros de Ansfelden, onde seu sogro, de 80 anos, morava.

Em seu depoimento, Steinbauer contou que seu sogro não estava em casa, e que quando finalmente chegou, conversou com a quinta vítima na cozinha para pouco depois arremeter o machado contra ele e matá-lo.

O agressor ainda escreveu uma quarta carta, dirigida ao filho de seu sogro, e voltou a Viena, onde andou um pouco mais antes de se entregar à Polícia, às 3h20 hora local.

Steinbauer disse ter coberto suas vítimas com lençóis e toalhas "por piedade".

Quando perguntado pelos policiais o porquê de ter cometido os crimes, Steinbauer reiterou sua idéia de que queria poupar os parentes da desonra que seu prejuízo de 300 mil euros em negócios especulativos na bolsa teria causado.

Steinbauer também disse que não matou os irmãos porque não os considerava familiares diretos, e por eles terem suas próprias famílias.

Nos interrogatórios, o detido se mostrou convencido de "ter feito o que era certo", e destacou que depois dos ataques, se sentiu "cansado, mas aliviado", mas não conseguiu se matar, como tinha previsto.

13 de mai. de 2008

NOVO TERREMOTO NA CHINA...



Forte terremoto na China mata ao menos 50 mil pessoas


SICHUAN, China - O terremoto de 7.8 graus na escala Richter que atingiu a província de Sichuan, localizada na região sudoeste da China, matou ao menos 10 mil pessoas nesta segunda-feira. O número foi divulgado pelo governo central, citado pela agência estatal de notícias Xinhua. Na província de Sichuan, cerca de 900 alunos foram soterrados O governo informou ainda que os feridos passam de 10 mil. Cerca de 900 estudantes foram soterradas em uma escola










- 50 corpos já foram resgatados. O governo chinês enviou tropas ao local.
O tremor, registrado às 14h28 (3h28 de Brasília), teve seu epicentro a 92 quilômetros da capital da província, Chengdu. Cerca de 80 por cento dos prédios da região autônoma de Beichuan Qiang, no sudoeste da Província de Sichuan, desabaram o governo central pediu aos governos locais e moradores que coordenem as tarefas de resgate. A televisão estatal mostrou multidões nas ruas da capital de Sichuan, Chengdu. Todos pareciam ilesos, mas uma mulher sangrava na cabeça. Uma autoridade do órgão sismológico disse que as linhas telefônicas do condado de Wenchuan, em Sichuan --o epicentro do terremoto--, foram completamente cortadas e houve relatos de danos a prédios em condados vizinhos, o que indica que pode ter ocorrido mortes na área. Pequim, Xangai, Hong Kong e Bangcoc












O presidente Hu Jintato ordenou um 'esforço geral' para resgatar as pessoas afetadas pelo terremoto, disse a Xinhua.
Em Pequim, que fica a 1,5 mil quilômetros de Chengdu, há relatos de que alguns prédios tremeram por cerca de dois minutos. O tremor também foi sentido em Hong Kong, Bangcoc e Xangai. A torre Jinmao, em Xangai, foi esvaziada, assim como os demais prédios mais altos da China, durante o terremoto e os tremores que o seguiram. Os trabalhadores puderam voltar mais tarde. O tremor foi sentido em Bangcoc, capital da Tailândia, que fica a cerca 3.300 quilômetros de distância. Lá, os prédios balançaram por vários minutos.


'Todos os prédios balançavam para frente e para trás', 'Sentimos um tremor contínuo por cerca de dois ou três minutos', disse o funcionário de um escritório. 'Todas as pessoas correram para baixo. Ainda sentimos leves tremores.' Um empregado de um jornal local de Mianyang disse que houve vários terremotos. A USGS, agência sismológica norte-americana, disse que houve um impacto posterior de magnitude 6 às 3h43 quase no mesmo local e outro às 4h34, de magnitude 5,4. Terremotos acontecem com freqüência na China. Em março, um tremor de 7,2 pontos atingiu a província de Xinjiang, no oeste do país.









11 de mai. de 2008

VULCÃO CHILENO ENTRA EM ATIVIDADE...


BUENOS AIRES - A nuvem de cinzas do vulcão chileno Chaitén já atinge sete províncias da Argentina. O Serviço Meteorológico indicou que o fenômeno deve se manter nesta sexta-feira, 9. Uma semana depois que o vulcão entrou em erupção, a nuvem de cinzas se espalha nas províncias de Chubut, Río Negro, Neuquén, La Pampa, Mendoza, San Luis e Buenos Aires. "Devido à pouca variação na direção dos ventos, acredita-se que nas próximas horas continue havendo cinza vulcânica" sobre estes distritos, indicou o Serviço Meteorológico Nacional. O organismo disse que a nuvem será mais densa nas regiões próximas ao vulcão, principalmente no centro e norte de Chubut e no sul de Río Negro, onde "as partículas permanecerão suspensas em níveis baixos e médios da atmosfera". No resto das províncias, as partículas se manterão em níveis médios e altos da atmosfera, afirmou, antes de precisar que, por isso, não causarão efeitos adversos sobre a população. Atividade de vulcão chileno aumenta; povoado é esvaziado Erupção do Chaitén obriga autoridades a retirarem moradores de povoados a até 150 quilômetros da região Imagem de satélite mostra o alcance das cinzas do vulcão em territórios chileno e argentino PUERTO MONTT, Chile - O vulcão chileno Chaitén intensificou sua atividade por volta da meia-noite de quarta-feira, 7, expelindo cinzas e material incandescente, o que obrigou militares e cerca de dez civis a sair da área mais próxima ao cume. O povoado sulista de Chaitén, que fica a somente 10 quilômetros de distância do vulcão, teve de ser totalmente esvaziado quando o vulcão expeliu lava por alguns minutos e densas colunas de cinzas, que caíram sobre o local. "O pessoal do Exército viu material incandescente, com um aumento do odor de enxofre no povoado de Chaitén. Isso determinou a retirada de civis e de membros do Exército, que foram levados até a vizinha Puerto Cárdenas", disse à Reuters Miguel Muñoz, chefe da Oficina Nacional de Emergências (Onemi). O vulcão Chaitén, de mais ou menos mil metros de altura, entrou em atividade há uma semana, o que provocou o esvaziamento de grande parte de vilarejos como Futalefú -150 quilômetros a oeste do vulcão - devido às cinzas que se deslocaram para a região, alcançando também cidades argentinas. Grande parte da população de Chaitén foi levada a albergues na cidade de Puerto Montt, que fica a cerca de mil quilômetros ao sul de Santiago e 200 quilômetros ao norte do vulcão. Milhares de pessoas tiveram de sair de suas casas, algo não visto no Chile há décadas. Elas são o principal motivo de preocupação do governo da presidente Michelle Bachelet. Em um vôo sobre o vulcão, no qual estava a Reuters, pode-se ver uma densa camada de fumaça saindo da cratera. As margens e águas dos rios próximos ao vilarejo de Chaitén estão
tingidos de branco devido às cinzas.