13 de mai. de 2008

NOVO TERREMOTO NA CHINA...



Forte terremoto na China mata ao menos 50 mil pessoas


SICHUAN, China - O terremoto de 7.8 graus na escala Richter que atingiu a província de Sichuan, localizada na região sudoeste da China, matou ao menos 10 mil pessoas nesta segunda-feira. O número foi divulgado pelo governo central, citado pela agência estatal de notícias Xinhua. Na província de Sichuan, cerca de 900 alunos foram soterrados O governo informou ainda que os feridos passam de 10 mil. Cerca de 900 estudantes foram soterradas em uma escola










- 50 corpos já foram resgatados. O governo chinês enviou tropas ao local.
O tremor, registrado às 14h28 (3h28 de Brasília), teve seu epicentro a 92 quilômetros da capital da província, Chengdu. Cerca de 80 por cento dos prédios da região autônoma de Beichuan Qiang, no sudoeste da Província de Sichuan, desabaram o governo central pediu aos governos locais e moradores que coordenem as tarefas de resgate. A televisão estatal mostrou multidões nas ruas da capital de Sichuan, Chengdu. Todos pareciam ilesos, mas uma mulher sangrava na cabeça. Uma autoridade do órgão sismológico disse que as linhas telefônicas do condado de Wenchuan, em Sichuan --o epicentro do terremoto--, foram completamente cortadas e houve relatos de danos a prédios em condados vizinhos, o que indica que pode ter ocorrido mortes na área. Pequim, Xangai, Hong Kong e Bangcoc












O presidente Hu Jintato ordenou um 'esforço geral' para resgatar as pessoas afetadas pelo terremoto, disse a Xinhua.
Em Pequim, que fica a 1,5 mil quilômetros de Chengdu, há relatos de que alguns prédios tremeram por cerca de dois minutos. O tremor também foi sentido em Hong Kong, Bangcoc e Xangai. A torre Jinmao, em Xangai, foi esvaziada, assim como os demais prédios mais altos da China, durante o terremoto e os tremores que o seguiram. Os trabalhadores puderam voltar mais tarde. O tremor foi sentido em Bangcoc, capital da Tailândia, que fica a cerca 3.300 quilômetros de distância. Lá, os prédios balançaram por vários minutos.


'Todos os prédios balançavam para frente e para trás', 'Sentimos um tremor contínuo por cerca de dois ou três minutos', disse o funcionário de um escritório. 'Todas as pessoas correram para baixo. Ainda sentimos leves tremores.' Um empregado de um jornal local de Mianyang disse que houve vários terremotos. A USGS, agência sismológica norte-americana, disse que houve um impacto posterior de magnitude 6 às 3h43 quase no mesmo local e outro às 4h34, de magnitude 5,4. Terremotos acontecem com freqüência na China. Em março, um tremor de 7,2 pontos atingiu a província de Xinjiang, no oeste do país.









11 de mai. de 2008

VULCÃO CHILENO ENTRA EM ATIVIDADE...


BUENOS AIRES - A nuvem de cinzas do vulcão chileno Chaitén já atinge sete províncias da Argentina. O Serviço Meteorológico indicou que o fenômeno deve se manter nesta sexta-feira, 9. Uma semana depois que o vulcão entrou em erupção, a nuvem de cinzas se espalha nas províncias de Chubut, Río Negro, Neuquén, La Pampa, Mendoza, San Luis e Buenos Aires. "Devido à pouca variação na direção dos ventos, acredita-se que nas próximas horas continue havendo cinza vulcânica" sobre estes distritos, indicou o Serviço Meteorológico Nacional. O organismo disse que a nuvem será mais densa nas regiões próximas ao vulcão, principalmente no centro e norte de Chubut e no sul de Río Negro, onde "as partículas permanecerão suspensas em níveis baixos e médios da atmosfera". No resto das províncias, as partículas se manterão em níveis médios e altos da atmosfera, afirmou, antes de precisar que, por isso, não causarão efeitos adversos sobre a população. Atividade de vulcão chileno aumenta; povoado é esvaziado Erupção do Chaitén obriga autoridades a retirarem moradores de povoados a até 150 quilômetros da região Imagem de satélite mostra o alcance das cinzas do vulcão em territórios chileno e argentino PUERTO MONTT, Chile - O vulcão chileno Chaitén intensificou sua atividade por volta da meia-noite de quarta-feira, 7, expelindo cinzas e material incandescente, o que obrigou militares e cerca de dez civis a sair da área mais próxima ao cume. O povoado sulista de Chaitén, que fica a somente 10 quilômetros de distância do vulcão, teve de ser totalmente esvaziado quando o vulcão expeliu lava por alguns minutos e densas colunas de cinzas, que caíram sobre o local. "O pessoal do Exército viu material incandescente, com um aumento do odor de enxofre no povoado de Chaitén. Isso determinou a retirada de civis e de membros do Exército, que foram levados até a vizinha Puerto Cárdenas", disse à Reuters Miguel Muñoz, chefe da Oficina Nacional de Emergências (Onemi). O vulcão Chaitén, de mais ou menos mil metros de altura, entrou em atividade há uma semana, o que provocou o esvaziamento de grande parte de vilarejos como Futalefú -150 quilômetros a oeste do vulcão - devido às cinzas que se deslocaram para a região, alcançando também cidades argentinas. Grande parte da população de Chaitén foi levada a albergues na cidade de Puerto Montt, que fica a cerca de mil quilômetros ao sul de Santiago e 200 quilômetros ao norte do vulcão. Milhares de pessoas tiveram de sair de suas casas, algo não visto no Chile há décadas. Elas são o principal motivo de preocupação do governo da presidente Michelle Bachelet. Em um vôo sobre o vulcão, no qual estava a Reuters, pode-se ver uma densa camada de fumaça saindo da cratera. As margens e águas dos rios próximos ao vilarejo de Chaitén estão
tingidos de branco devido às cinzas.




5 de mai. de 2008

CICLONE NARGIS - O DESTRUIDOR...



Mianmá está localizada no sudeste asiático
06/05 -






Ciclone "Nargis" já deixou mais de 22,5 mil mortos em Mianmá,41 mil estão desaparecidos

06/05 -


Yangun (Mianmá) - A televisão estatal de Mianmá (antiga Birmânia) elevou hoje para mais de 15 mil o número de mortos pelo ciclone tropical "Nargis", que assolou no sábado o sul do país e deixou ainda dezenas de milhares de deslocados e cidades inteiras isoladas.


Pelo menos 10 mil pessoas perderam a vida e cerca de três mil estão desaparecidas apenas em Ayeyarwady, a região mais devastada.

No sábado passado, as autoridades declararam estado de emergência nas regiões de Yangun, Pegu e Irrawaddy, e nos estados Karen e Mon.

A Junta Militar - que mantém tensas relações com os Estados Unidos, a União Européia (UE) e outros Governos, por conta das pressões que recebe para a realização de reformas democráticas - aceitou o auxílio humanitário que essas nações ofereceram.

No entanto, 800 toneladas de arroz continuam paradas nos armazéns do Programa de Alimentos das Nações Unidas, à espera do sinal verde das autoridades para que sejam distribuídas.

Também está prevista para hoje a chegada da primeira carga de alimentos, medicamentos e outros materiais de emergência procedente da vizinha Tailândia, um dos principais parceiros do regime militar.

A população nas regiões afetadas vive há três dias sem provisão de água e de eletricidade, e os preços dos artigos básicos dispararam devido à escassez e à especulação.

Yangun, a antiga capital e a maior cidade do país com cerca de cinco milhões de habitantes, parece ter sido um campo de batalha, segundo testemunhas.

Milhares de árvores derrubadas pelos fortes ventos, que atingiram uma velocidade superior a 190 km/h, atrapalham a passagem nas ruas.

As comunicações, em particular com o exterior, funcionam precariamente, e a rede de internet permanece cortada desde a sexta-feira.

As filas de automóveis que aguardavam para reabastecer nas estações de serviços são intermináveis e contribuem para piorar o monumental engarrafamento.

O aeroporto de Yangun reabriu na segunda-feira com um gerador "que só estará em funcionamento por cinco ou seis horas", segundo um funcionário local.

A Cruz Vermelha começou a distribuir ajudas básicas entre os milhares de desabrigados, como plásticos para cobrir os telhados arrancados pelo ciclone, ou pastilhas para tornar a água potável, além de cobertores e roupa.

Em meio este panorama, o regime militar mantém seu plano de realizar um plebiscito nacional em 10 de maio para aprovar a minuta constitucional, na qual trabalhou desde 1993, sem contar com a oposição democrática.




YANGON (Reuters) - O violento ciclone no delta do Irrawaddy, em Mianmar, provocou uma gigantesca onda que deixou as pessoas sem ter para onde fugir, matando pelo menos 22,5 mil e deixando 41 mil desaparecidos, disseram autoridades na terça-feira.

"Mais mortes foram causadas pelo maremoto do que pela tempestade propriamente dita", disse o ministro de Auxílio e Recolocação, Maung Maung Swe, em entrevista coletiva na devastada Yangon, antiga capital do país, onde já começa a faltar água e comida.

"A onda tinha até 3,5 metros de altura e inundou metade das casas em aldeias baixas", disse ele, oferecendo a primeira descrição detalhada do ciclone do fim de semana. "(Os moradores) não tinham para onde fugir."

Foi o pior ciclone na Ásia desde 1991, quando 143 mil pessoas morreram em Bangladesh.



Por causa do desastre, a Junta Militar decidiu adiar para 24 de maio um referendo constitucional nas áreas mais atingidas de Yangon e do vasto delta do Irrawady. De acordo com a TV estatal, no resto do país o referendo está mantido para o dia 10.



ARROZ

O governo de Mianmar, que há 50 anos era o maior exportador mundial de arroz, disse ter estoques suficientes do cereal para alimentar a população, apesar dos estragos nos armazéns do delta.


Fontes da ONU dizem que centenas de milhares de pessoas ficaram desabrigadas por causa dos ventos de até 190 quilômetros por hora e do maremoto subseqüente.

Junta Militar enviou três navios com comida à região do delta. Quase metade dos 53 milhões de birmaneses vive nos cinco Estados atingidos pela tragédia.

Uma lista de mortos e desaparecidos em cada cidade, cita 14.859 vítimas fatais no delta do Irrawady e 59 na Grande Yangon, a maior cidade do país, com 5 milhões de habitantes. Quatro dias depois do ciclone, a antiga Rangum continua sem eletricidade, e os moradores fazem fila para comprar água engarrafada

Os preços dos alimentos, dos combustíveis e dos materiais de construção dispararam. Velas e pilhas se esgotaram na maioria das lojas. Um ovo custa três vezes mais do que custava na sexta-feira.


AMIGOS OQUE ESTA ACONTECENDO COM NOSSO PLANETA? SERA QUE NINGUÉM FARA NADA? SERA POSSIVEL EVITARMOS A DESTRUIÇÃO DO MESMO??


4 de mai. de 2008

CICLONES..O BRASIL ESTA PREPARADO??


Os municípios de Ermo, Jacinto Machado, Paulo Lopes e Arroio Silva, no Estado de Santa Catarina, estão em situação de emergência por conta do temporal que atingiu o Estado na madrugada deste domingo, conforme informações do Departamento Estadual de Defesa Civil do Estado. Na última sexta-feira, um ciclone extratropical atingiu o Sul do país deixando dois mortos e mais de 25 mil desabrigados.


Ainda segundo a Defesa Civil, a cidade catarinense mais atingida é Ermo, onde 40 famílias estão desabrigadas e foram encaminhadas ao prédio da prefeitura. Em Jacinto Machado, algumas famílias estão desalojadas e foram levadas a casas de parentes. Já os moradores dos outros dois municípios afetados sofrem com os alagamentos, as inundações e a destruição causados pelas chuvas, mas não há desabrigados nem desalojados. Outras 27 cidades foram atingidas no Estado, porém a situação delas é um pouco menos caótica.

No Rio Grande do Sul, o Estado mais prejudicado, duas pessoas morreram e mais de 25 mil estão desabrigadas, de acordo com a Defesa Civil estadual. O município de Guaíba é um dos mais atingidos, apesar de a Defesa Civil não informar quantas pessoas foram afetadas. Já em Porto Alegre, mais de 1,5 mil pessoas estão desalojadas e foram acolhidas na casa de parentes e amigos. Cerca de 350 pessoas foram encaminhadas a abrigos da prefeitura.

Contudo, segundo a Defesa Civil, ainda não há cidades em situação de emergência. No litoral do Estado, os municípios de Santo Antônio da Patrulha, Caraá e Itati são os mais afetados. Na zona sul Restinga, Belém Novo, Belém Velho, Ponta Grossa e Lami, foram os bairros mais prejudicados. Já na zona norte, Sarandi e o Porto Seco são os bairros mais atingidos.

Ondas gigantes no Rio Grande do Sul

Ondas de 2,5 a 4 metros de altura atingem o litoral brasileiro do Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro neste domingo. O 5º Distrito Naval da Marinha divulgou dois alertas de ressaca, resultado do ciclone com ventos de até 100 quilômetros por hora que atingiu o Sul do País na sexta-feira.

O mar fica agitado, com ondas de 3 a 4 metros do Arroio Chuí, no Rio Grande do Sul, até o Cabo Santa Marta, em Santa Catarina. Do Cabo de Santa Marta até Cabo Frio, no Rio de Janeiro, as ondas têm de 2,5 a 3,5 metros. A previsão da marinha é de que a ressaca dure até as 9 horas de desta segunda-feira.

A Marinha recomenda restrição de navegações na região. Desde a passagem do ciclone até o meio dia de hoje, não havia registros de acidentes ou desaparecimento de embarcações na área.

Mortes

Neste sábado, o temporal com forte chuva e rajadas de vento de até 100 quilômetros por hora provocou a morte de um motorista e de uma idosa de aproximadamente 80 anos, de acordo com o jornal "Zero Hora". A idosa morreu em uma residência invadida pela água na Estrada do Espigão, no Lami, Região Metropolitana de Porto Alegre. A causa da morte ainda é desconhecida.

O caminhoneiro José André Pinheiro Parnechi, de 36 anos, também morreu em decorrência do temporal em Serafina Correa, na Serra do RS. Ele desceu de seu veículo para ajudar outros motoristas a remover galhos da RS-129. Quando estava na pista foi atingido por outra árvore, derrubada por nova rajada de vento, e não resistiu aos ferimentos.

29 de abr. de 2008

CASO ISABELA...A DIFICULDADE

MÃE A VITIMA QUE FICOU,E SUA FILHA,VITIMA FATAL DE UM LOUCO


ATÉ HOJE MUITOS NÃO ENTENDEM PORQUE ESSE CASO ,FOI TÃO DIFICIL DESDE O INICIO,MUITO SE ESPECULOU,,MUITO SE ERROU E QUEM SOFREU ATÉ A MORTE,FOI UMA CRIANÇA LINDA,E INOCENTE..E A MEU VER,ESSA DEMORA TEM UMA EXPLICAÇAO SIMPLES...( DINHEIRO).

a cronologia do caso Isabella


Menina caiu do sexto andar de prédio em São Paulo. Pai e madrasta são suspeitos. 29 de março (sábado) Às 23h30, Isabella Nardoni cai do sexto andar sobre o gramado em frente ao prédio. A menina chega a ser socorrida, mas morre pouco depois. O pai da menina e a mulher vão à delegacia, onde dizem que alguém jogou Isabella do sexto andar, mas não sabem quem foi. O pai conta que chegou da casa da sogra com a família e subiu só com Isabella. Diz que levou a menina até o quarto dela e ligou o abajur. Depois trancou a porta do apartamento e voltou à garagem, para ajudar a mulher a subir com os outros dois filhos. Afirma ainda que, quando voltou ao apartamento, viu a tela de proteção da janela rompida e a filha no jardim. Os médicos legistas analisam o corpo e encontram ferimentos que podem ter ser sido feitos antes da queda. O pai e a mulher passam a madrugada na delegacia. 30 de março (domingo) Os depoimentos duram o dia todo e a polícia fala, pela primeira vez. O delegado afirma que foi homicídio e não acidente, porque a menina não sofreu uma queda acidental. Segundo a polícia, alguém rompeu a tela protetora da janela e jogou a criança. Delegado diz que exames vão prevalecer em investigação Para delegado, queda de menina foi homicídio 31 de março (segunda-feira) Isabella Nardoni é enterrada de manhã e o avô materno, José Arcanjo de Oliveira, é o único a dar declarações. Diz que o caso abalou a familia inteira. No apartamento, os peritos descobrem que a tela rompida é a da janela do quarto dos irmãos, não do quarto da Isabella. Recolhem a tela e alguns utensílios de cozinha que possam ter sido usados para fazer o corte. Também levam amostras do sangue encontrado em vários pontos do apartamento e as roupas da vítima, entre elas uma camiseta rasgada nas costas. Um operário que trabalhou no prédio presta depoimento, confirma que teve um desentendimento com o pai de Isabella, mas nega envolvimento na morte. Menina de 5 anos é enterrada Polícia vai reconstituir morte de menina Pedreiro se diz surpreso por ser acusado de jogar menina Polícia investiga agressão antes de menina entrar em apartamento 1º de abril (terça-feira) A polícia ouve seis pessoas: o primeiro policial a chegar ao prédio, logo depois da morte, dois ex-vizinhos e três vizinhos da família. Eles contam que ouviram gritos. O advogado da família Nardoni e o delegado Calixto Calil Filho têm interpretações diferentes sobre os depoimentos prestados. Menina foi encontrada com vida pelos bombeiros Mãe de menina que caiu do 6º andar desabafa no Orkut 2 de abril (quarta-feira) A mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, presta depoimento. "Que a justiça seja feita", diz na saída. Com base no depoimento da mãe, a polícia pede a prisão temporária do pai e da madrasta de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Peixoto Jatobá. A Justiça aceita e determina a prisão. Os peritos voltam ao apartamento e examinam também a garagem e o carro da família. Os investigadores vão à casa dos pais de Alexandre pedir que eles convençam o filho a se entregar. Delegada seccional defende cautela Peritos voltam a apartamento para apurar morte ‘Que a justiça seja feita’, diz mãe de menina Pai de Isabella diz que perdeu uma das chaves de casa 3 de abril (quinta-feira) Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá divulgam cartas, escritas de próprio punho, em que afirmam não serem culpados pela morte da criança e declaram amor por Isabella. Os advogados negociam a apresentação do casal, o que ocorre no fim da tarde. Eles se apresentam no Fórum de Santana, na Zona Norte, passam pelo 9° Distrito Policial e fazem exames de corpo delito no Instituto Médico-Legal (IML). Eles são levados para delegacias distintas. Polícia procura pai e madrasta de Isabella Pai e madrasta de Isabella se entregam em fórum Em cartas, pai e madrasta de Isabella diz que não são culpados Saiba como foi perícia em prédio Vídeos que lembram Isabella são postados no YouTube 4 de abril (sexta-feira) Dados preliminares do exame toxicológico feito no casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá constatam que nenhum dos dois havia ingerido álcool ou qualquer tipo de droga na noite da morte de Isabella. O promotor Francisco Cembranelli afirma que há trechos "fantasiosos" nos depoimentos dados à polícia por Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Ele visita o prédio do pai de Isabella. Depois de passar 45 minutos no local, diz que “qualquer conclusão (sobre o caso) é precipitada”. Também na sexta-feira é realizada uma nova perícia no prédio. Técnicos do Instituto de Criminalística (IC) mediram o muro que cerca o prédio e verificaram qual seria a área abrangida pelo circuito de câmeras, caso ele estivesse em funcionamento no dia crime. Após visitar prédio, promotor diz que qualquer conclusão é precipitada ‘Sou inocente’, diz pai de Isabella ao retornar à delegacia Igreja fica lotada em missa de 7º dia Exame contata que pai e madrasta não usaram drogas 5 de abril (sábado) O promotor Francisco Cembranelli afirma que a reconstituição da morte de Isabella será feita, mas diz que ainda não há data marcada. Alexandre Nardoni, pai de Isabella, recebe a visita de três advogados no 77º Distrito Policia, na região central de São Paulo. Um deles conversa por cerca de 40 minutos com Nardoni, mas não divulga o conteúdo da conversa. A mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, recebe flores, presentes e visitas de solidariedade no dia do seu aniversário de 24 anos. Entre os visitantes está Massataka Ota, pai do garoto Yves Ota. Mãe de Isabella passa aniversário sem a filha Pais que perderam filhos ensinam como conviver com ausência Pai de Yves Ota vista Ana Carola de Oliveira 6 de abril (domingo) Oito dias após a morte da menina Isabella, o prédio em que ela morreu após cair do 6º andar vira atração para curiosos. Pichações feitas em muros próximos ao prédio pedem justiça para o caso. Em entrevista ao Fantástico, o pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que filho “não é marginal”. Mãe de Isabella, Ana Carolina de Oliveira, diz que filha tinha amor “incondicional” pelo pai. O promotor do caso, Francisco Cembranelli, diz que é contra ouvir o depoimento do filho de 3 anos de Alexandre e Anna Carolina Jatobá. Menino pode ter sido responsável por gritos de “pára, pai” ouvidos na noite do crime. ‘Meu filho não é um marginal’, diz avô de Isabella Promotor acha medida ‘drástica’ convocar menino de 3 anos para depor Prédio de onde Isabella caiu vira atração 7 de abril (segunda-feira) A Justiça suspende sigilo no inquérito policial que investiga a morte da menina Isabella Nardoni. Pouco tempo depois, o delegado responsável pelas investigações, Calixto Calil Filho, ordena novamente o sigilo. A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entra com pedido de habeas corpus para o casal junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Peritos da Polícia Civil concluem que Isabella Nardoni foi espancada e asfixiada dentro do apartamento, antes de ser jogada pela janela do 6º andar. Advogados de pai e madrasta de Isabella apresentam habeas corpus Delegado determina sigilo no inquérito Tia de Isabella diz que roupas encontradas não são do irmão Justiça autoriza quebra de sigilo telefônico de pai de Isabella Peritos concluem que Isabella foi espancada antes de morrer 8 de abril (terça-feira) Imagens do circuito interno de um supermercado em Guarulhos, na Grande São Paulo, onde Isabella esteve com sua família horas antes de morrer, em 29 de março, são divulgadas. O vídeo mostra Alexandre Nardoni usando roupas parecidas antes e depois da morte da menina de 5 anos. Informações que fazem parte do laudo do Instituto Médico-Legal (IML) apontam que uma pequena palmeira amorteceu o impacto da queda da menina. Peritos do Instituto de Criminalística (IC) voltam ao apartamento de Alexandre Nardoni e, dessa vez, acompanham os advogados de defesa dele e da madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá. Vídeo mostra pai de Isabella com roupas parecidas antes e depois de morte Laudo aponta que queda de Isabella foi amortecida por palmeira Porteiro fala sobre a noite em que Isabella caiu do 6º andar Funcionários de supermercado vão à polícia esclarecer vídeo com Isabella Advogados de defesa visitam apartamento de Alexandre Nardoni 9 de abril (quarta-feira) A delegada assistente do 9º Distrito Policial, no Carandiru, Renata Pontes, diz que a polícia já apurou 70% do que aconteceu na noite em que Isabella Nardoni morreu. Entretanto, sem dar detalhes, o delegado-titular do 9º DP, Calixto Calil Filho, disse que boa parte da chamada cena do crime foi montada, mas que ainda faltam mais de 50% das investigações. O avô de Isabella, Antônio Nardoni, diz que "qualquer um" poderia ter entrado no prédio e cometido o crime, uma vez que os portões do local ficavam completamente abertos. Polícia diz já saber 70% do ocorrido na noite da morte de Isabella Advogados confiam na libertação do pai e da madrasta de Isabella Avô de Isabella diz que 'qualquer um' poderia ter entrado em prédio Médica tentou reanimar Isabella dentro de ambulância, diz promotor 10 de abril (quinta-feira) A polícia diz ter um depoimento crucial sobre o caso Isabella, mas a identidade da pessoa é mantida em sigilo pelo delegado Calixto Calil Filho. O pedreiro Gabriel dos Santos Neto, que trabalha na construção de um sobrado nos fundos do edifício London, presta depoimento à Polícia Civil. Na saída da delegacia, ele nega que a construção tenha sido arrombada no dia do crime. A Polícia Civil pede a quebra do sigilo telefônico de Cristiane Nardoni, tia de Isabella e irmã de Alexandre. O pedido é feito por interesse especial na ligação realizada para a irmã de Alexandre pouco depois da morte da criança. Os advogados de defesa de Nardoni pedem que Cristiane seja ouvida pela polícia. Pedreiro nega arrombamento em sobrado Madrasta de Isabella lê a Bíblia e chora muito, diz parente de detenta Polícia pede quebra de sigilo telefônico da tia de Isabella Defesa quer que irmã de Nardoni seja ouvida pela polícia 11 de abril (sexta-feira) Justiça de São Paulo concede habeas corpus e Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são libertados. Há tumulto na saída de ambos das delegacias e curiosos chegam a empunhar pedras. O casal vai para a casa de parentes na Zona Norte da capital paulista. A delegada Elizabete Sato, da Seccional da Zona Norte, diz que libertação do casal não irá atrapalhar investigações, mas o promotor Francisco Cembranelli fala o contrário. Ele afirma ainda que existem indícios que ligam o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá aos ferimentos encontrados no corpo da menina de 5 anos. Polícia diz que vai intimar Cristiane Nardoni, tia de Isabella. Os investigadores querem saber se ela é mesmo a pessoa que foi citada em depoimento de um funcionário de um bar. Na noite em que a menina morreu, ele disse ter visto uma mulher se desesperado após receber um telefonema e comentar algo que poderia ligar Nardoni ao crime. Promotor diz que dados ligam casal a ferimentos em Isabella Pai e madrasta de Isabella já estão na casa de parentes Veja íntegra da decisão que deu liberdade a pai e madrasta de Isabella 'Não havia provas contra o casal', diz advogado Delegado diz que não errou e vai intimar tia de Isabella 12 de abril (sábado) No primeiro dia longe da detenção, o casal permaneceu na casa do pai de Alexandre, Antônio Nardoni. No começo da noite, a irmã do pai de Isabella afirmou que o casal está "bem, na medida do possível'. Entretanto, ela disse que eles não viram os filhos de 11 meses e 3 anos "por medida de segurança". Eles receberam a visita de amigos. O pai de Alexandre seu reuniu durante a tarde com advogados. No 9º Distrito Policial, onde estão concentradas as investigações, foram ouvidos vizinhos do casal. O delegado Aldo Galeano, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), disse que se forem concluídas as atuais linhas de investigação será pedida a prisão preventiva do casal. Pai e madrasta de Isabella permanecem na casa do avô da menina Tia diz que casal está longe dos filhos 'por segurança' Vizinhos do pai de Isabella prestam depoimento Investigações caminham para pedido de prisão preventiva, diz delegado 13 de abril (domingo) O casal deixa a casa da família Jatobá e reencontra os filhos, que esavam com os pais de Anna Carolina em Guarulhos. No 9° Distrito Policial, vizinhos são ouvidos pela delegada-assistente. O desembargador Caio Canguçu de Almeida diz que libertação não afirma culpa ou inocência de casal. Na primeira entrevista após a decisão, ele justificou a libertação com a afirmação de que Alexandre Nardoni e Anna Carolina não atrapalharam a investigação. O pai de Alexandre diz que o filho não discutiu ou brigou com a mulher no dia do crime. Por sua vez, Cristiane Nardoni diz que o irmão jamais machucaria Isabella. Alexandre e Anna visitam os filhos em Guarulhos Vizinha do pai de Isabella deixa delegacia Tia diz que é impossível casal ter agredido Isabella Desembargador diz que libertação não afirma culpa ou inocência 14 de abril (segunda-feira) O Jornal Nacional tem acesso aos depoimentos de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá feitos à polícia um dia após a morte da menina Isabella, de 5 anos. Os advogados de defesa do casal levam à polícia blusas que Anna Carolina Jatobá e Isabella usaram no dia do crime. A polícia afirma que está analisando se vai ouvir 22 pessoas indicadas como testemunhas pela defesa do casal. O pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que a família está vivendo em prisão domiciliar. Saiba o que o pai e a madrasta de Isabella disseram à polícia Polícia vai decidir se ouve testemunhas indicadas por defesa de casal 'Todos nós estamos em prisão domiciliar', diz avô de Isabella Fotógrafo faz imagens no Edifício London para laudo do caso Isabella 15 de abril (terça-feira) Os exames feitos pelos peritos para esclarecer a morte de Isabella Nardoni são praticamente concluídos. Os peritos discutem sobre o que provocaram a morte para fazer a conclusão do laudo. Os delegados responsáveis sobre o inquérito discutem os relatórios das investigações. O diretor do IC diz que a lavagem da blusa da madrasta atrapalha as investigações. Um casal que mora em um prédio vizinho ao edifício onde ocorreu o assassinato da menina Isabella Nardoni contou, com exclusividade, ao "Jornal Nacional", ter ouvido uma violenta briga na noite do crime. Um novo pedido de habeas corpus é protocolado, mas os advogados de defesa afirmam que ele não faz parte da estratégia da defesa. Defesa do pai de Isabella estranha pedido de habeas corpus Lavagem de blusa da madrasta prejudica perícia, diz diretor do IC Inquérito de caso Isabella mostra diferentes versões da noite do crime Vizinhos contam o que viram antes e depois de morte de Isabella Testemunhas dizem que brigas de casal eram violentas e freqüentes 16 de abril (quarta-feira) Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são intimados pela polícia para depor na sexta-feira (18), quando Isabella completaria 6 anos. Antônio Nardoni, avô da menina, e Cristiane, irmã de Alexandre, também são intimados, só que para depor no sábado (19). Exame feito, comparando o DNA de Isabella com o das manchas encontradas no cenário do crime, confirma que sangue em apartamento de Alexandre é mesmo de Isabella. Responsáveis pela investigação do caso decidem que a reconstituição do crime será o último ato antes do inquérito ser entregue à Justiça. Mãe de Isabela, Ana Carolina de Oliveira, diz que acredita que Alexandre e Anna Carolina Jatobá possam estar, de alguma forma, diretamente envolvidos na morte da pequena Isabella. Saiba o que a mãe de Isabella disse em depoimento à polícia Reconstituição será a última etapa no inquérito do caso Isabella Depoimentos do pai e da madrasta serão no dia do aniversário de Isabella Para defesa, testemunhas comprovam perda de chaves de apartamento 17 de abril (quinta-feira) Laudo do Instituto de Criminalística, ao qual a TV Globo teve acesso, diz que a menina sofreu um processo de esganadura durante três minutos dentro do apartamento, o que ocasionou uma parada respiratória. Depois, Isabella foi jogada. A queda ocasionou um politraumatismo, com lesões nos órgãos internos. Segundo a polícia, não havia mesmo uma terceira pessoa no apartamento naquela noite de sábado, 29 de março. A perícia também constatou que a pegada no lençol era do chinelo de Alexandre Nardoni, pai da garota. Maria Aparecida Alves Nardoni, mãe de Alexandre Nardoni, prestou depoimento. Na saída, Antonio Nardoni, pai de Alexandre, reafirmou a inocência do filho e da mulher do rapaz. Questionado se denunciaria o filho caso ele fosse o culpado, Antonio Nardoni respondeu: "Com certeza, ele já teria assinado a confissão". O advogado disse ainda que "o assassino (de Isabella) merece pagar pelo que cometeu". A mãe da menina rezou pela filha em uma missa especial celebrada pelo padre Marcelo Rossi no Santuário do Terço Bizantino, em Interlagos, na Zona Sul de São Paulo. Na celebração, a menina foi lembrada diversas vezes Mãe de Isabella reza pela filha em missa com padre Marcelo Rossi Segundo taxista, madrasta de Isabella contou que não gostava da criança Depoimento do pai de Isabella suspende expediente em delegacia Pai de Alexandre Nardoni diz que filho confessaria se fosse culpado Caso Isabella: polícia descarta terceira pessoa no apartamento Pai de Nardoni diz que mãe de Isabella pode ter exagerado em depoimento 18 de abril (sexta-feira) No dia em que Isabella completaria 6 anos, o pai da menina foi interrogado pela polícia por cerca de oito horas e a mãe visitou o túmulo da menina e manteve o silência sobre o caso. Homenagens à garota ocorreram na antiga escola onde estudou e também na frente da delegacia, onde populares levaram bolos e balões e cantaram "Parabéns". Quando a madrasta de Isabella começava a prestar depoimento, logo após o marido, uma série de laudos conseguida com exclusividade pela TV Globo era divulgada pelo Jornal Nacional. Os documentos apontavam que havia marcas de sangue no carro do casal e que pegadas na cama do quarto de onde a menina foi jogada eram do pai dela, Alexandre Nardoni. Os laudos apontavam ainda que as marcas no pescoço da garota eram compatíveis com as das mãos da madrasta, Anna Carolina Jatobá. Laudo revela que havia sangue de Isabella no carro do pai Indiciamento de pai e madrasta de Isabella será por homicídio doloso Casal enfrentou tumulto ao sair de casa Mãe de Isabella faz silêncio Túmulo de Isabella Nardoni recebe flores 19 de abril (sábado) A TV Globo tem acesso a detalhes dos laudos do caso Isabella que permitem à polícia estabelecer a seqüência de fatos no edifício em que morava o pai da menina de 5 anos na noite do crime. Os documentos mostram que a menina possuía vários hematomas na parte interna da boca, um indício de que ela teve a boca tampada para que não gritasse. Durante interrogatórios na sexta-feira (18), Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá entram em contradição, principalmente sobre horários na noite do crime. Madrasta de Isabella diz desconhecer manchas de sangue de Isabella encontradas no carro do casal pela perícia. Advogado de defesa, diz que laudos ainda não são provas no caso. Veja notícias do dia: Laudo permite à polícia estabelecer seqüência de fatos do dia do crime Para advogado de defesa, laudos ainda não são provas no caso Isabella Durante interrogatório, pai e madrasta caem em contradição Mulheres protestam em frente a prédio de pais de madrasta de Isabella 20 de abril (domingo) Em entrevista exclusiva para o Fantástico, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá dizem ser inocentes da morte de Isabella e revelam detalhes da convivência com a menina. Anna Carolina negou ter batido em Isabella. Os dois, porém, não entraram em detalhes sobre os laudos da perícia, que revelam, entre outros detalhes, que as marcas encontradas no pescoço da garota são compatíveis com as mãos de Anna Carolina. O pai de Alexandre, Antônio Nardoni, diz que “é mais fácil” colocar a culpa no pai da menina e na madrasta. 'A nossa vida já acabou', diz pai de Isabella Especialistas explicam comoção no caso Isabella Tio de Isabella se surpreende com laudos sobre morte da menina Em reconstituição, perícia quer mais informações do caso Isabella Avô diz que 'é mais fácil' condenar madrasta e pai de Isabella 21 de abril (segunda-feira) A TV Globo tem acesso ao laudo do Instituto Médico-Legal (IML) sobre o caso Isabella. O documento, que ainda não foi divulgado oficialmente, mostra que a menina teria morrido mesmo se não tivesse sido jogada pela janela. O laudo também mostra que Isabella foi jogada 12 minutos após a chegada da família ao apartamento do 6º andar do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo. Advogados de defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá dizem que irão entrar com uma representação junto à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. Segundo eles, existem irregularidades no inquérito feito sobre o caso. A defesa alega ainda que o interrogório do pai e da madrasta de Isabella, na sexta-feira (18), foi feito baseado em laudos que ainda não foram entregues. Isabella teria morrido mesmo sem queda, afirma laudo do IML Advogados do pai e da madrasta de Isabella listam erros da polícia Psiquiatras analisam entrevista de pai e da madrasta de Isabella Compare a versão do pai e madrasta de Isabella com as conclusões da polícia Isabella foi jogada 12 minutos após chegada da família, diz laudo 22 de abril (terça-feira) A polícia adia os depoimentos do avô e da tia de Isabella, Antônio e Cristiane Nardoni. Também é adiada a coletiva para falar como foi feita a elaboração dos laudos do caso Isabella. Em entrevista, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), Aldo Galiano, disse que o adiamento da coletiva ocorreu porque ainda faltam quatro depoimentos “imprescindíveis” para a conclusão do inquérito. Ele também mencionou o questionamento dos laudos por parte da defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. “Os laudos foram questionados. Eles estão sendo anexados aos autos na data de hoje [terça-feira]. As perguntas inerentes aos laudos que foram feitas aos indiciados, foram feitas com base em quando o delegado esteve no apartamento e quando conversou com peritos.” A defesa do casal diz que vai entrar com representação junto à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, mesmo após os laudos terem sido anexados ao inquérito. Polícia ouvirá duas testemunhas indicadas pela defesa Rastreador esclarece contradição no depoimento do casal Caso Isabella: pedreiro volta a negar arrombamento Defesa de casal vai entrar com representação mesmo com laudos 23 de abril (quarta-feira) Quatro testemunhas, consideradas pela polícia “imprescindíveis” para a conclusão do inquérito do caso Isabella, depõem. Duas delas, um casal que não teve a identidade divulgada, foram convocadas pela defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Eles seriam vizinhos do casal no Edifício London. Os outros dois depoimentos foram prestados pelo avô e pela tia da menina, Antonio e Cristiane Nardoni. É divulgado que outras duas testemunhas, ouvidas na terça (22), falaram que viram Antonio Nardoni entrando no apartamento de Alexandre um dia após o crime. A polícia anuncia que a reconstituição do crime será feita a partir das 10h do domingo (27). Por causa da atividade, prevista para durar cerca de 10 horas, deverá ser fechado o espaço aéreo da região num raio de 3 km. Mãe de Isabella acompanhará reconstituição do crime Testemunhas dizem que avô de Isabella entrou em apartamento Depoimento de tia de Isabella dura duas horas Espaço aéreo será fechado para reconstituição da morte de Isabella 24 de abril (quinta-feira) Moradores do prédio que fica em frente ao Edifício London são proibidos de permitir a entrada de jornalistas em seus apartamentos. Pela manhã, policiais visitam o prédio para acertar detalhes do esquema de segurança para a reconstituição do crime. O promotor que acompanha o caso, Francisco Cembranelli, afirma que os peritos identificaram tentativas de remover os vestígios do assassinato da menina de 5 anos. De acordo com ele, manchas de sangue no apartamento e no carro de Alexandre Nardoni, pai da garota, foram lavadas. Para ele, houve “manipulação” da cena do crime. A Aeronáutica informa que o espaço aéreo não seria fechado para a reconstituição da morte de Isabella. De acordo com a Aeronáutica, não se poderia limitar o tráfego aéreo no entorno do edifício porque o pedido da Polícia Civil não se enquadraria em nenhuma das 28 normas previstas para o procedimento. Pai e madrasta de Isabella não são obrigados a participar de reconstituição Espaço aéreo não será fechado para reconstituição, diz Aeronáutica Promotor afirma que houve tentativa de esconder provas no caso Isabella 25 de abril (sexta-feira) Policiais civis começam a cadastrar moradores para a reconstituição da morte de Isabella, prevista para domingo (27). Só quem morava na rua ou no prédio onde aconteceu o crime poderia circular pelo local. A polícia também fotografou as casas vizinhas. A Polícia Civil pede à Justiça o bloqueio do espaço aéreo no entorno do Edifício London para a reconstituição do crime. Os policiais alegaram que o barulho das aeronaves poderia atrapalhar o trabalho da perícia. O avô paterno de Isabella, Antonio Nardoni, informou que o filho, Alexandre Nardoni, e a madrasta da menina, Anna Carolina Jatobá, não participariam da reconstituição do crime. Reportagem do Jornal Nacional informou detalhes do interrogatório do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá (no dia 18). Em sete horas e meia, policiais tentaram surpreender Nardoni com novos detalhes da perícia, mas ele negou qualquer participação no crime. Anna Carolina também alegou ser inocente, negou ter batido na menina e também que tenha lavado roupas para esconder possíveis manchas de sangue. Saiba detalhes do segundo interrogatório do pai e madrasta de Isabella Pai e madrasta de Isabella não farão reconstituição 26 de abril (sábado) Polícia afirma que irá cumprir o prazo de 30 dias para concluir a investigação do caso, e entregará o inquérito à Justiça na semana seguinte. Junto com o inquérito, a polícia informa que deve entregar ao Ministério Público o pedido de prisão preventiva do pai e da madrasta da menina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que está preocupado com o que considera uma exposição exagerada da morte de Isabella Nardoni. “Eu fico preocupado quando a pirotecnia toma conta da investigação.” O avô de Isabella, Antonio Nardoni, afirma que a ausência do pai e da madrasta da menina na reconstituição da morte dela é uma decisão técnica da defesa do casal, justificada pela divergência entre as versões deles e a da polícia. Polícia deve entregar inquérito do caso Isabella na próxima semana Lula se diz preocupado com ‘pirotecnia’ no caso Isabella Avô de Isabella justifica ausência de Alexandre Nardoni em reconstituição 27 de abril (domingo) Peritos realizam a reconstituição do crime. O trabalho no Edifício London começa por volta das 9h40 e vai até as 17h15. Técnicos simulam por duas vezes, a queda da menina. Uma boneca com peso e tamanho de Isabella é lançada pelo buraco da tela de proteção, mas não despenca: fica pendurada por cordas. A reportagem do Fantástico tem acesso a fotos de objetos que foram recolhidos do apartamento de Alexandre Nardoni. Entre os objetos encaminhados ao Núcleo de Física do IC está a rede de proteção da janela por onde a menina Isabella Nardoni foi jogada. Conheça detalhes de exames sobre a morte de Isabella Após reunião, delegado e peritos deixam Edifício London Veja como foi a reconstituição da morte de Isabella Testemunhas de suposta briga do casal Nardoni ajudam a polícia 28 de abril (segunda-feira) Os delegados que investigam o caso Isabella passam o dia fechando o inquérito para entregá-lo à Justiça. São seis volumes, mais de mil páginas. A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá diz que pode questionar o inquérito. “Tudo o que foi produzido na fase do inquérito, como os laudos periciais e os depoimentos, pode ser submetido ao crivo do contraditório, em que a defesa pode, através de uma postura técnica, questionar o que foi feito”, afirma Rogério Neres de Sousa. O advogado criminalista Mário de Oliveira Filho questiona a reconstituição do assassinato da menina Isabella, que aconteceu no domingo (27). Para ele, seria imprescindível a realização de um teste de audiometria. Após a reconstituição, peritos concluem que Isabella morreu 11 minutos após chegar ao prédio do pai. Funcionários retomam rotina no prédio onde Isabella foi assassinada Promotor deve se manifestar sobre denúncia do casal na semana que vem Inquérito pode ser questionado, dizem advogados do casal Nardoni Criminalista defende nova reconstituição com teste de audiometria 29 de abril (terça-feira) O promotor Francisco Cembranelli informa que o inquérito sobre o assassinato da menina Isabella só será entregue pela polícia na manhã de quarta-feira (30), porque o relatório final ainda não foi concluído. Além do relatório e das provas, será anexada ao inquérito uma representação da polícia que pede que sejam acolhidos os argumentos para a prisão preventiva do casal. O promotor confirma ainda que uma rede de hotéis teria feito uma consulta ao crédito financeiro de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. A defesa do pai e da madrasta de Isabella nega que o casal tenha intenção de deixar a capital. Reportagem do Jornal Nacional mostra que parte da perícia foi usada incorretamente pela polícia durante interrogatório de casal. Uma missa na Igreja Nossa Senhora da Candelária lembra um mês da morte da menina. Veja notícias do dia: Parte da perícia foi usada incorretamente em interrogatório no caso Isabella Família celebra missa para lembrar um mês da morte de Isabella Túmulo de Isabella é visitado no dia em que morte completa um mês Inquérito e pedido de prisão serão entregues na quarta, diz promotor