7 de out. de 2007

UM CRIME PERFEITO,PODE SER PERDOADO APÓS 30 ANOS


Após 30 anos, prisioneiro pode confessar crime

Após 30 anos, prisioneiro pode confessar crime

Sam Roberts

Poderia ter sido o crime perfeito. Um próspero cirurgião cardíaco de Long Island injetou uma dose fatal de um analgésico em sua mulher inválida de 48 anos, mãe de seis crianças. O atestado de óbito atribuía a morte a um derrame.

Mas a polícia começou a suspeitar de imediato, porque o próprio cirurgião havia assinado o atestado de óbito e imediatamente transferido o corpo para ser sepultado fora do Estado de Nova York. Cinco semanas mais tarde, ele terminou detido no aeroporto internacional Kennedy, quando tentava deixar o país levando mais de US$ 450 mil em dinheiro, jóias e títulos negociáveis que pertenciam à sua mulher.

Em 1977, ele foi condenado por homicídio em segundo grau, depois de um dos mais notórios julgamentos por assassinato daquela década turbulenta. Foi sentenciado a uma pena de entre 25 anos e prisão perpétua. O acusado não depôs, e foi encarcerado sem nunca deixar de protestar inocência.

Passaram-se 30 anos. Hoje o cirurgião Charles Friedgood, 88, é o mais velho dos presidiários do Estado de Nova York. Ele sofre de diversos problemas físicos e de uma emoção que se assemelha ao remorso, e na semana que vem voltará a solicitar liberdade condicional. Está pronto a admitir o crime, "dependendo de como isso seja definido".

"Em retrospecto, sabe, você às vezes não consegue acreditar como às vezes coisas acontecem por ações suas que eram completamente desnecessárias", ele declarou em recente entrevista, da prisão. "Se você não quer mais viver com uma mulher, peça divórcio. Você sabe, não é preciso recorrer a um homicídio. Assim, 32 anos mais tarde, começo a perceber como se pode fazer coisas estúpidas".

Na quarta-feira, ele celebrará seu 89° aniversário, na Woodbourne Correctional Facility, uma penitenciária em estilo gótico, construída em tijolos vermelhos com uma planta semelhante à de um mosteiro e instalada na base dos montes Catskills.

Ainda que ele seja paciente terminal de câncer e tenha passado por inúmeras cirurgias custeadas pelo Estado, teve seu pedido de liberdade condicional rejeitado quatro vezes, desde que serviu o período mínimo de sua sentença. Os críticos dizem que as rejeições são resultado de uma norma genérica de restrição de libertações adotada pelo então governador George Pataki para criminosos condenados por crimes violentos.

Em 2003, depois que o conselho estadual de liberdade condicional concluiu que seu crime representava "propensão à violência extrema", um tribunal de apelações ridicularizou a constatação, classificando-a como "tão irracional, dadas as circunstâncias, que beira a impropriedade". Dois anos mais tarde, o pedido voltou a ser negado, porque o conselho concluiu que libertar Friedgood "seria minorar demais a seriedade de seu crime, e assim fomentar o desrespeito à lei".

Agora, o conselho de liberdade condicional do Estado passou por completa reformulação e deve julgar um novo pedido de Friedgood, esta semana. Entre as pessoas que apoiaram o pedido estão seus filhos - uma delas, advogada, está ajudando com o caso - e o antigo promotor distrital assistente que investigou e levou o caso a julgamento.

"Embora o crime tenha sido horrível e uma terrível tragédia para a família, ele tem 89 anos. É hora de libertá-lo", disse Stephen Scaring, o antigo promotor. "Ele praticamente jogou sua vida toda no lixo. É uma simples questão de compaixão".

Poderia ter sido o crime perfeito. Um próspero cirurgião cardíaco de Long Island injetou uma dose fatal de um analgésico em sua mulher inválida de 48 anos, mãe de seis crianças. O atestado de óbito atribuía a morte a um derrame.

Mas a polícia começou a suspeitar de imediato, porque o próprio cirurgião havia assinado o atestado de óbito e imediatamente transferido o corpo para ser sepultado fora do Estado de Nova York. Cinco semanas mais tarde, ele terminou detido no aeroporto internacional Kennedy, quando tentava deixar o país levando mais de US$ 450 mil em dinheiro, jóias e títulos negociáveis que pertenciam à sua mulher.

Em 1977, ele foi condenado por homicídio em segundo grau, depois de um dos mais notórios julgamentos por assassinato daquela década turbulenta. Foi sentenciado a uma pena de entre 25 anos e prisão perpétua. O acusado não depôs, e foi encarcerado sem nunca deixar de protestar inocência.

Passaram-se 30 anos. Hoje o cirurgião Charles Friedgood, 88, é o mais velho dos presidiários do Estado de Nova York. Ele sofre de diversos problemas físicos e de uma emoção que se assemelha ao remorso, e na semana que vem voltará a solicitar liberdade condicional. Está pronto a admitir o crime, "dependendo de como isso seja definido".

"Em retrospecto, sabe, você às vezes não consegue acreditar como às vezes coisas acontecem por ações suas que eram completamente desnecessárias", ele declarou em recente entrevista, da prisão. "Se você não quer mais viver com uma mulher, peça divórcio. Você sabe, não é preciso recorrer a um homicídio. Assim, 32 anos mais tarde, começo a perceber como se pode fazer coisas estúpidas".

Na quarta-feira, ele celebrará seu 89° aniversário, na Woodbourne Correctional Facility, uma penitenciária em estilo gótico, construída em tijolos vermelhos com uma planta semelhante à de um mosteiro e instalada na base dos montes Catskills.

Ainda que ele seja paciente terminal de câncer e tenha passado por inúmeras cirurgias custeadas pelo Estado, teve seu pedido de liberdade condicional rejeitado quatro vezes, desde que serviu o período mínimo de sua sentença. Os críticos dizem que as rejeições são resultado de uma norma genérica de restrição de libertações adotada pelo então governador George Pataki para criminosos condenados por crimes violentos.

Em 2003, depois que o conselho estadual de liberdade condicional concluiu que seu crime representava "propensão à violência extrema", um tribunal de apelações ridicularizou a constatação, classificando-a como "tão irracional, dadas as circunstâncias, que beira a impropriedade". Dois anos mais tarde, o pedido voltou a ser negado, porque o conselho concluiu que libertar Friedgood "seria minorar demais a seriedade de seu crime, e assim fomentar o desrespeito à lei".

Agora, o conselho de liberdade condicional do Estado passou por completa reformulação e deve julgar um novo pedido de Friedgood, esta semana. Entre as pessoas que apoiaram o pedido estão seus filhos - uma delas, advogada, está ajudando com o caso - e o antigo promotor distrital assistente que investigou e levou o caso a julgamento.

"Embora o crime tenha sido horrível e uma terrível tragédia para a família, ele tem 89 anos. É hora de libertá-lo", disse Stephen Scaring, o antigo promotor. "Ele praticamente jogou sua vida toda no lixo. É uma simples questão de compaixão".

TUFÃO EN TAUWAN


Tufão Krosa chega a Taiwan e causa ondas gigantes

O tufão Krosa chegou hoje à ilha de Taiwan, onde causou vários feridos, interrompeu o tráfego aéreo e ferroviário, obrigou a evacuação de centenas de pessoas e deixou milhares de casas sem luz. O norte e o centro do país estão sendo castigados por fortes ventos e chuvas, enquanto o litoral é atingido com ondas gigantes.

O centro do tufão está passando por Taiwan perto da cidade de Ilan, ao nordeste da ilha, e se seguir a trajetória prevista sairá por Dansui, a 20 km de Taipé, antes de seguir sua trajetória em direção à costa oriental chinesa, que já está em alerta.

Na capital Taipé, no distrito de Yangmingshan, várias casas foram derrubadas e duas pessoas ficaram presas entre os escombros. Segundo a televisão TVBS, uma mulher grávida perdeu seu filho porque a estrada que une o leste e o oeste de Taiwan foi interditada e ela não pôde chegar ao hospital para dar à luz.

Centenas de automóveis estão sob as águas, após as inundações nas regiões baixas das cidades do norte e junto aos rios que as atravessam. Em Hualien, no noroeste do país, a temperatura do vento aumentou repentinamente dos 23,1 graus para os 36,2 graus, um fenômeno inusitado nesta cidade, castigada todos os anos por numerosos tufões.

As autoridades taiuanesas evacuaram centenas de pessoas residentes em lugares onde costumam acontecer inundações e deslizamentos. O Exército da ilha está em alerta para cooperar em trabalhos de salvamento, em caso de necessidade, e em todas as cidades se organizaram centros de resposta a emergências.

A maioria das atividades ligadas ao trabalho e ao lazer, incluindo os espetáculos, foram suspensos, embora alguns não tenham seguido os conselhos das autoridades. Em Taitung, ao leste da ilha foram registrados ciclones que não causaram danos pessoais.

Na China, as províncias litorâneas de Zhejiang e Fujian, onde se espera a chegada do tufão amanhã pela noite ou na segunda-feira de manhã, cancelaram as várias viagens turísticas por ocasião da semana onde se comemora o Dia Nacional (1º de outubro).

Todos os turistas que estavam nas ilhas em frente a ambas as províncias, como as de Gulagyu e as de Meizhou, foram evacuados, segundo informou hoje a agência estatal Xinhua. Em Fujian, todos os navios pesqueiros foram, além disso, chamados para o porto diante da chegada do Krosa.

Mais ao norte e também no litoral, a cidade de Xangai, onde se estão realizando as Olimpíadas Especiais, está em alerta perante a possibilidade que cheguem até ali os efeitos do tufão e causem problemas durante os eventos esportivos. O tufão, com ventos de entre 184 e 227 km/h, tem um rádio de 300 km. Tufão Krosa chega a Taiwan e causa ondas gigantes

O tufão Krosa chegou hoje à ilha de Taiwan, onde causou vários feridos, interrompeu o tráfego aéreo e ferroviário, obrigou a evacuação de centenas de pessoas e deixou milhares de casas sem luz. O norte e o centro do país estão sendo castigados por fortes ventos e chuvas, enquanto o litoral é atingido com ondas gigantes.

O centro do tufão está passando por Taiwan perto da cidade de Ilan, ao nordeste da ilha, e se seguir a trajetória prevista sairá por Dansui, a 20 km de Taipé, antes de seguir sua trajetória em direção à costa oriental chinesa, que já está em alerta.

Na capital Taipé, no distrito de Yangmingshan, várias casas foram derrubadas e duas pessoas ficaram presas entre os escombros. Segundo a televisão TVBS, uma mulher grávida perdeu seu filho porque a estrada que une o leste e o oeste de Taiwan foi interditada e ela não pôde chegar ao hospital para dar à luz.

Centenas de automóveis estão sob as águas, após as inundações nas regiões baixas das cidades do norte e junto aos rios que as atravessam. Em Hualien, no noroeste do país, a temperatura do vento aumentou repentinamente dos 23,1 graus para os 36,2 graus, um fenômeno inusitado nesta cidade, castigada todos os anos por numerosos tufões.

As autoridades taiuanesas evacuaram centenas de pessoas residentes em lugares onde costumam acontecer inundações e deslizamentos. O Exército da ilha está em alerta para cooperar em trabalhos de salvamento, em caso de necessidade, e em todas as cidades se organizaram centros de resposta a emergências.

A maioria das atividades ligadas ao trabalho e ao lazer, incluindo os espetáculos, foram suspensos, embora alguns não tenham seguido os conselhos das autoridades. Em Taitung, ao leste da ilha foram registrados ciclones que não causaram danos pessoais.

Na China, as províncias litorâneas de Zhejiang e Fujian, onde se espera a chegada do tufão amanhã pela noite ou na segunda-feira de manhã, cancelaram as várias viagens turísticas por ocasião da semana onde se comemora o Dia Nacional (1º de outubro).

Todos os turistas que estavam nas ilhas em frente a ambas as províncias, como as de Gulagyu e as de Meizhou, foram evacuados, segundo informou hoje a agência estatal Xinhua. Em Fujian, todos os navios pesqueiros foram, além disso, chamados para o porto diante da chegada do Krosa.

Mais ao norte e também no litoral, a cidade de Xangai, onde se estão realizando as Olimpíadas Especiais, está em alerta perante a possibilidade que cheguem até ali os efeitos do tufão e causem problemas durante os eventos esportivos. O tufão, com ventos de entre 184 e 227 km/h, tem um rádio de 300 km.

TUFÃO NA ASIA...


Após passar por Taiwan, tufão Krosa chega à China

Mais de um milhão de pessoas foram evacuadas por causa de passagem do tufão Krosa, que hoje alcançou o litoral sudeste da China, com ventos de até 126 km/h, após deixar cinco mortos em sua passagem por Taiwan.


O tufão tocou terra às 15h30 local (4h30 de Brasília), na fronteira entre as províncias de Zhejiang e Fujian, uma região de grande densidade populacional, segundo informou a agência de notícias Xinhua.

Os efeitos do Krosa já estão sendo sentidos de forma mais intensa em Zhejiang, onde mais de 800 mil habitantes foram evacuados por causa das chuvas e dos fortes ventos, e cerca de 33 mil navios tiveram que voltar a seus portos de origem.

Os rios alcançaram níveis de risco, e os centros de controle marítimo prevêem ondas de até doze metros nas próximas 24 horas. Uma embarcação de Hong Kong, com 27 tripulantes a bordo, está presa em meio às fortes ondas causadas pelo tufão, sem que os serviços de salvamento tenham conseguido chegar até ele.

Na vizinha Fujian, as autoridades evacuaram mais de 200 mil pessoas, e fizeram retornar aos portos quase 37 mil embarcações. Escolas, aeroportos, estradas e serviços de transporte marítimo foram fechados em vários pontos de ambas as províncias.

A chegada do Krosa coincidiu com o último dia da semana de feriados em comemoração ao Dia Nacional (1º de outubro), e dezenas de milhares de turistas que visitavam as ilhas do litoral de Zheijiang tiveram que evacuados às pressas durante o fim de semana.

A polícia distribuiu avisos com medidas de prevenção nos pontos turísticos, e cancelou todas as viagens pendentes. Na mesma província, a cidade de Wenzhou está em alerta vermelho, e todos os vôos foram cancelados.

Ao norte de Zhejiang, a metrópole de Xangai, que sediou hoje o Grande Prêmio da China de Fórmula 1, já preparou um plano de emergência, para o caso de ser atingida pelo tufão. Segundo a Administração Meteorológica da China, o Krosa se desloca em direção norte ao longo da costa, antes de um possível retorno ao mar.

Os serviços de meteorologia advertiram que o tufão pode causar chuvas torrenciais e fortes ventos no litoral leste, que poderiam derivar em inundações, deslizamentos de terra e avalanches.

As evacuações maciças vêm sendo adotadas pelas autoridades chinesas como um dos principais procedimentos para reduzir ao máximo os danos pessoais ocasionados pelos tufões.

No final de setembro, 2,67 milhões de pessoas foram evacuadas perante a chegada do tufão Wipha, que deixou nove mortos em sua passagem pelo país.

O Krosa chegou à China procedente de Taiwan, onde deixou cinco mortos, segundo o Serviço Nacional de Bombeiros, e sete, segundo a imprensa, assim como dezenas de feridos, além de ter paralisado o trânsito e as atividades comerciais.

Mais de dois milhões de famílias taiuanesas ficaram sem luz, ao tempo que o tráfego aéreo e ferroviário ficou seriamente afetado. Os vôos internacionais ao país ainda não voltaram a funcionar com normalidade.

Neste ano, o pior tufão na China foi o Sepat, que deixou 41 mortos em quatro províncias do sul, longe dos 441 provocados pelo Saomai em 2006, o pior tufão a atingir o país em meio século.

A temporada de tufões na China costuma concentrar-se entre junho e setembro, e em outubro costumam ser poucos os que tocam seu território.

Entre estes tufões tardios, um dos mais graves foi o Longwang, que durante o feriado do Dia Nacional de 2005 deixou 85 mortos, dentre os quais 59 eram estudantes de uma escola de polícia Marinha que ficou soterrada por um deslizamento de terra.

17 de set. de 2007

ACIDENTE AÉREO PARTE 02


Tailândia confirma morte de 87 pessoas em acidente aéreo




Ao menos 87 pessoas morreram neste domingo em um acidente com um avião MD-82 da companhia tailandesa One-two-go, na cidade turística de Phuket, na Tailândia.

O vôo OG269 deslizou durante a aterrissagem, bateu contra um muro e explodiu.

"Há 87 mortos e 43 sobreviventes", informou em um comunicado o ministro tailandês da Saúde, Mongkol Na Songkhla. De acordo com fontes aeroportuárias, dos 123 passageiros, 45 eram tailandeses e 78 estrangeiros.

A aeronave MD-82, procedente de Bancoc, tinha 130 pessoas a bordo, sendo sete tripulantes.

Entre os sobreviventes, 15 são tailandeses e 28 estrangeiros, mas os números ainda dependem de comprovação das nacionalidades das vítimas, segundo informou o governo tailandês.

"A equipe de legistas da polícia realizará as autópsias para identificar os 87 mortos", acrescentou o ministro.

O diretor do aeroporto internacional de Phuket, Pornchai Eua-aree, confirmara mais cedo que 70% dos passageiros eram estrangeiros.

A polícia informou que vários passageiros foram retirados do avião, que saiu da pista de pouso por causa da chuva, se partiu em dois e pegou fogo.

"Algumas vítimas sucumbiram às chamas, outras foram arremessadas do avião", declarou à France Presse o governador adjunto da província, Vorapot Ratsima.

Vítimas

Funcionários de um dos principais hospitais de Phuket disseram à France Presse que algumas pessoas estavam em situação grave. Entre os estrangeiros havia cidadãos da Austrália, Áustria, Reino Unido, Irã, Irlanda, Itália e Holanda.

Outros hospitais da ilha anunciaram que atendem pessoas da Holanda e Suécia.
Vítima do vôo OG269, da companhia One-Two-Go, recebe atendimento médico em hospital

A edição on-line de um jornal tailandês destaca que dois franceses estariam entre os feridos. Um médico afirmou ainda que as vítimas tiveram pernas fraturadas e ferimentos na cabeça.

O aeroporto de Phuket foi fechado para facilitar a organização das operações de resgate.

"Tentaremos reabrir o mais rápido possível. Todos os vôos de hoje foram cancelados", declarou o vice-ministro dos Transportes, Sansern Wongcha-um.

Investigação

Chaisak Angkasuwan, alto funcionário da aviação civil, anunciou a abertura de uma investigação para determinar as causas do acidente e examinar os dados da caixa-preta, assim como das gravações da torre de controle.

"O avião ia pousar, mas por causa do tempo ruim em Phuket, com ventos fortes e chuvas, talvez o piloto não tenha visto com clareza a pista", explicou Angkauwan ao canal de notícias TiTV.

"Só saberemos o que aconteceu quando analisarmos a caixa-preta. O avião se partiu em dois", acrescentou.

O comandante de polícia para a região de Phuket, Sokchai Limcharoen, anunciou que o acidente aconteceu por volta das 15h35 (5h35 horário de Brasília).

A companhia aérea One-two-go colocou números de telefones em seu site para que as pessoas possam obter informações atualizadas sobre as vítimas do acidente.

Phuket é uma ilha turística localizada a 860 km do sul de Bangcoc. Por ano, o hotel mais conhecido da região registra um fluxo de 3 milhões de turistas, principalmente europeus, atraídos pelas belas praias do local. A cidade foi uma das atingidas pelo tsunami em dezembro de 2000

NOVO ACIDENTE AÉREO..ATE QUANDO:?


Avião com 123 passageiros se acidenta em aeroporto da Tailândia




Um avião com 123 passageiros da companhia de baixo custo One-two-go se acidentou hoje no aeroporto da turística cidade Phuket, na Tailândia,

Avião deslizou fora da pista e bateu contra árvores e muros em aeroporto da Tailândia


O jornal tailandês indica que algumas informações procedentes da área afirmam que há 60 mortos, mas este número não foi confirmado por fontes oficiais.

De acordo com a televisão estatal, o aparelho --que vinha de Bancoc-- tinha 120 passageiros e cinco tripulantes, dos quais 25 poderiam ter sido resgatados com vida pelas equipes de resgate e da Marinha que operam na pista.

Segundo testemunhas, em meio a uma forte chuva, o avião conseguiu aterrissar, mas deslizou fora da pista e bateu contra árvores e um muro.

Em seguida, houve várias explosões que partiram o aparelho em duas partes.

As autoridades do aeroporto não sabem, por enquanto, a nacionalidade dos passageiros que iam para Phuket, no sudeste da Tailândia, um dos principais centros turísticos da nação asiática, freqüentado por milhares de estrangeiros.